Os
jovens portugueses, na sua maioria, não tem uma ambição empreendedora. Alguns
poderão ter, contudo ela ainda não foi desperta. Uma das soluções mais
importantes para combater a situação económica da atualidade, é formar jovens e
transmitir-lhes uma mentalidade criativa, inovadora, de liderança e
empreendedora.
Na juventude reserva-se muito o pensamento
para atividades ligadas ao lazer, ao convívio e menos ao trabalho e às
responsabilidades. Contudo, é possível explorar todos estes conceitos e encontrar
um ponto intermédio que os una. Ter prazer por fazer algo, só acrescenta valor
ao que se faz e no fim, todos ganham com isso.
Encaminhar
O papel enorme de uma aliada
A educação é a via
principal para moldar um sociedade desenvolvida e uma economia sustentável.
Isto porque ela fornece a cada cidadão a possibilidade de seguir a sua vocação,
formando-o e assim permitindo, naturalmente, que ele contribua de forma
importante para a sociedade. Seguindo este raciocínio, a educação é o veículo
de uma nação e é ela que mais peso tem no desenvolvimento de um país.
Através dela, é possível elevar as mentes
jovens a outras oportunidades e não deixar que elas fiquem com o que aparecer.
Todos têm direito de experimentar, muitas vezes não o fazem, porque não
percebem o papel da aprendizagem ao longo dos anos. Os desejos vão alternando,
os sonhos vão se transformando, os objetivos vão mudando. Por este motivo é que
se deve aprender um pouco de tudo, memorizar parte disto e daquilo e deixar que
a influência do que se observa, se sente e se testa atinja o que realmente se
quer fazer profissionalmente.
A educação ensina o jovem a se levantar, a
dar os primeiros passos até correr a uma velocidade surpreendente. Há alguns
que continuam sempre sem parar, há outros que se cansam a meio e voltam para
trás, há ainda quem desista no início. Sendo assim, maior parte deles nem chega
a experimentar um pouco do que realmente adoravam fazer como vida profissional.
É necessário arranjar forma de os segurar e fazê-los ver que afinal vale a pena
percorrer até ao fim e depois da corrida terminar, quem sabe, voltar atrás ao
encontro de algum desejo que tenha sido mais lento e ajudá-lo a concluir.
Continuar a tentar
Obstáculos
apagam-se com motivação
A crise global afetou maior parte dos
setores da economia. As nações perderam muito poder financeiro, o que se traduz
em sociedades com menos poder de compra. Os empregos perdem-se aos milhares
pelo mundo fora. As pessoas perdem as casas e os seus bens. Muitas delas deixam
de ter o que comer, precisando urgentemente de ajuda.
Estas situações levam todas ao desespero: o problema é que se está a deixar o
dinheiro controlar as vidas e não o contrário.
A pobreza sempre existiu e infelizmente,
talvez sempre existirá. Mas nada, nem ninguém poderá controlar a vida de quem
acredita e leva a crença de que um futuro melhor é perfeitamente possível. O
importante não é como está ou quão pior poderá ficar, é o que fazemos para
mudar e alcançar uma vida melhor. Não se pode estar dependente de outros
fatores, não se pode deixar falhar, mesmo que tudo o resto falhe. Tudo depende
dessa escolha. E que o mundo, se preencha de cor uma vez mais.