O
desemprego tem vindo a crescer com o passar dos anos, muito devido à crise
económica vivida no mundo, mais especificamente no país. No mês de outubro o
país contava com 15,7 por cento de desempregados, o equivalente a 831 mil
pessoas sem emprego. Um aspeto positivo que é possível retirar, é que ao longo
do ano este número já esteve mais elevado e nos últimos meses tem vindo a
descer.
Aumento do desemprego
O aumento do desemprego ao longo dos últimos
anos deve-se a variadas razões que se relacionam com o surgir da crise. A
principal razão foi o consumismo iniciado por grande parte da população após a
entrada de Portugal na CE. Como aconteceu noutras partes do mundo, as pessoas
recorreram aos créditos para poderem gastar. Nos primeiros anos pareceu ser uma
forma de a sociedade ter o que sempre sonhou, te lo de momento e pagar ao longo
da vida. Contudo com o passar dos anos as pessoas deixaram de conseguir pagar
as casas, carros ou outros pertences e a solução vista no crédito
transformou-se num problema. As dívidas pessoais surgiram, o que levou ao
aumento da dívida nacional.
Também após a entrada de Portugal na CE,
ocorreu uma série de investimentos pensados para o futuro, nomeadamente em
energias renováveis, por exemplo, entre outros. O pior é que outras áreas
ficaram por aproveitar, a pesca, agricultura e a indústria viram-se em
decadência. Assim, mais uma vez, a dívida nacional aumentou.
Outra razão importante, foi o investimento
falhado em obras e trabalhadores sem motivo definido, o desemprego descia,
contudo as dívidas aumentavam porque não havia crescimento económico. Sendo
assim, foram investimentos falhados. Empresas criadas fecharam por não irem ao
encontro da necessidade dos mercados.
Maior parte das
vezes, o desempregado não tem poder de escolha em ter um emprego. Isto porque
maior parte das pessoas são empregados e não empregadores. O que o desempregado
pode fazer no caso de querer trabalhar para outras pessoas é melhorar o currículo,
obter mais formação, experiência na área desejada e continuar na incessante
procura.
Contudo, essa não é
a única solução. O desempregado também poderá ser trabalhador independente,
neste caso, depende unicamente de si, do seu trabalho e dos seus lucros. Tendo
sucesso os benefícios serão muito melhores do que estar ao serviço de um
empregador.
Na situação atual,
iniciar como trabalhador independente poderá ser uma boa alternativa, mas não
fácil. Deverá ser elaborado um plano sobre a ideia principal, com todos os
pormenores examinados e aprovados. Não se estando preparado, de nenhuma forma
se vai conseguir. É preciso pensar no impensável que poderá acontecer. Antes de
mais, dependendo da ideia, deve-se ter noção do mercado atual e do ele
necessita. Seja a nível nacional ou internacional. Depois de tudo elaborado,
pode-se recorrer a um especialista ou não, contudo será uma mais-valia. A
prática bem depois e como é quase certo, precisa-se de um investimento.
Encontrar uminvestidor não é tarefa fácil, ainda mais um privado. Pode-se optar pelo pedido
de um microcrédito. Apresenta-se a ideia, caso tenha bases para avançar e seja
sustentável será certamente aprovado. Após a aprovação é dedicar-se 100 por
cento ao trabalho, com um horário regular e executar cada um dos pontos do
plano. O sucesso acabará por chegar.